O Primeiro Hino De Moçambique!

em 19 de agosto de 2020


  Guia do Povo Moçambicano

 

Viva, viva a Frelimo

Guia do Povo Moçambicano!

Povo heróico qu'arma em punho

O colonialismo o povo derubou

Todo o Povo unido

Desde o Rovuma até o Maputo

Luta contra imperialismo

Continua e sempre vencerá

 

Viva Moçambique!

Viva a Bandeira, símbolo Nacional!

Viva Moçambique!

Que por ti o Povo lutará

 

Unido ao mundo inteiro

Lutando contra a burguesia

Nossa Pátria será túmulo

Do capitalismo e exploração

O Povo Moçambicano

De operários e de camponeses

Engajado no trabalho

A riqueza sempre brotará

 

Viva Moçambique!

Viva a Bandeira, símbolo Nacional!

Viva Moçambique!

Que por ti o Povo lutará

 https://youtu.be/YQgKvgEjxyw

De autoria do mestre Justino Chemane, falecido em 2004, que faltando apenas horas para a proclamação da Independência de Moçambique, ao 25 de Junho de 1975, deu aos Moçambicanos um hino que acompanharia a emocionante celebração da independecia proclamada por então Presidente Samora Moses Machel.

O hino “ Viva Viva a Frelimo” esteve entre vários hinos; o caso de Kendlemuka Moçambique (Acorda Moçambique) mas somente este conseguiu ser o melhor pelo facto de melhor espelhar uma realidade da qual recentemente Moçambique saira e pelo facto de exaltar em parte o movimento de luta, futuro partido do dia ( Frelimo).

É curioso que este hino, a apesar de ter um teor monopartidário, conseguiu sobreviver períodos multipartidário até 2002, dois anos depois da sua criação.

AS RELIGIÕES NAS RESISTÊNCIAS AFRICANAS

em 17 de agosto de 2020

 

Prof. Carlos Djive

       O Papel das Religioes Tradicionais Nas Resistências Em Africa

De antemão, existem pormenores relativamente a construção ideológica das religiões tradicionais africanas e a sua hierarquia nos estados; existia tambem, a iminência da destruição do sagrado, dos santuários africanos pela profanação de suas terras,  tradições e culturas. pelos homens que disconheciam essas realidades. Aprenda mais sobre o conhecimento e desmistificando assuntos polémicos dentro da religião. Clique aqui!

Relativamente a construção ideológica, principalmente no concernente aos estados subsarianos, Bantu; constroem suas unidades políticas numa consciência intrinsecamente ligada ao além (ao Sagrado). Este sagrado, ganha sua força a partir de um conselho de anciões, que é assim definido por acumular poderes de resposta, de solução, de interpretação do extraordinário como por exemplo: a ministração de cultos de fertilidade, de preces de chuva, de invocação, de consagração e sucessão real.

É indiscutível nessa região de africa, que estados africanos nascem do sagrado, e são regidas por leis emanadas pelos anciões. Por isso mesmo que os reis eram tidos como entidades teístas. Se não, vejamos; no estado de Monomotapa, o Nwene ou Mambo (Chefe) cometia incesto como forma de desassociar-se do natural.

Os finais do séc. XIX, são marcados pela ocupação e destruição de estados africanos; que vai consequentemente resultar nas resistências a ocupação de terras, que eram controladas pelos espíritos dos ancestrais médiuns.

São esses que interferem no contexto politica militar, para apelar aos reis e força activa de jovens para uma resistência e libertação de suas terras.

Assista o Vídeo!

    





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