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As Viagens de Exploração de Africa Sex XIX

em 1 de setembro de 2020


A Descoberta de Africa

As Viagens de Exploração de Africa


No início do séc. XIX a africa já debilitada pelo tráfico de escravos atraia cada vez mais a atenção da europa, facto que levou a descoberta da africa.

Razoes da descoberta

1-      Movimento contra a escravatura - com início na Inglaterra em 1830 e mas tarde (1848) na franca.

2-      Movimento missionaria- que em nome da propagação da fé aos infiéis africanos veio a facilitar o processo da ocupação e afectiva.

3-      Curiosidade cientifica- por vezes acompanhada por espirito de levada a cabo por personalidade tais como; David, Livingston, Stanley, Brazza, Serpa Pinto, Ivens, Capelo, etc.

Entretanto o renascer do interesse pela africa explica-se sobretudo por razões económicas. Com efeito, durante o séc. XIX, primeiro na Inglaterra e depois nos outros países da europa Oriental, em resultado da resolução industrial, os interesses pela africa passaram a ser radicalmente, isto é, os europeus já estavam interessados na própria africa, com vista a servir-se de mão- de- obra, para fornecer matérias-primas e constituir um excelente marcado para a produção europeia.



Figuras destacadas nas viagens de exploração a africa.

Nas viagens de exploração ao interior do continente africano distaram-se figuras como:

1.      O missionário inglês David Livingstone que entre 1840 e 1873, em sucessivas viagens, percorreu o curso do Rio Zambeze, o Lago Niassa e a Região de Tanganica, atingindo as nascentes do Rio Zaire.

2.      STANLEY, em 1873, empreendeu o reconhecimento da região equatorial a procura de Livingston, atravessou a africa equatorial da costa oriental (ZANZIBAR), a costa Ocidental (foz do rio zaire).

A certeza da existência de riquezas africanas fez nascer neste período, uma serie de associações e sociedade de patrocínio a essas viagens destacando-se Associação Internacional africana criada depois da Conferencia de geografia de 1876 sob a responsabilidade do Rei Belga Leopoldo II.

Em Portugal surgiu em 1875 Sociedade De Geografia De Lisboa. Pouco tempo depois (1877) Serpa Pinto atravessou o continente de lés a lés e Capelo e Ivens partindo de Moça Medes (Angola) chegaram á Quelimane segundo grande parte do Rio Zambeze e centrando as suas atenção entre ANGOLA e Moçambique.


Tudo Sobre Historiografia Africana

em 27 de agosto de 2020

Contudo, o verdadeiro e o primeiro trabalho sobre a história da africa foram atribuídos ao historiador tunisino Jbn Hhaladum (1332-1406) em sua obra Muggadima onde o autor revela- se preocupado pelo caracter universal da história, pois não só a borda a história da africa, como também destaca as relações desde continente com os outros povos mediterrânicos do próximo oriente. Destas relações ele introduz o modelo de ciclo para a história de africa.https: 

 

História Geral da África

Historiografia Africana

Por historiografia africana podemos entender a história da história da Africa. A recolha compilação, análise e divulgação de dados sobre o passado dos povos africanos.

AS RELIGIÕES NAS RESISTÊNCIAS AFRICANAS

em 17 de agosto de 2020

 

Prof. Carlos Djive

       O Papel das Religioes Tradicionais Nas Resistências Em Africa

De antemão, existem pormenores relativamente a construção ideológica das religiões tradicionais africanas e a sua hierarquia nos estados; existia tambem, a iminência da destruição do sagrado, dos santuários africanos pela profanação de suas terras,  tradições e culturas. pelos homens que disconheciam essas realidades. Aprenda mais sobre o conhecimento e desmistificando assuntos polémicos dentro da religião. Clique aqui!

Relativamente a construção ideológica, principalmente no concernente aos estados subsarianos, Bantu; constroem suas unidades políticas numa consciência intrinsecamente ligada ao além (ao Sagrado). Este sagrado, ganha sua força a partir de um conselho de anciões, que é assim definido por acumular poderes de resposta, de solução, de interpretação do extraordinário como por exemplo: a ministração de cultos de fertilidade, de preces de chuva, de invocação, de consagração e sucessão real.

É indiscutível nessa região de africa, que estados africanos nascem do sagrado, e são regidas por leis emanadas pelos anciões. Por isso mesmo que os reis eram tidos como entidades teístas. Se não, vejamos; no estado de Monomotapa, o Nwene ou Mambo (Chefe) cometia incesto como forma de desassociar-se do natural.

Os finais do séc. XIX, são marcados pela ocupação e destruição de estados africanos; que vai consequentemente resultar nas resistências a ocupação de terras, que eram controladas pelos espíritos dos ancestrais médiuns.

São esses que interferem no contexto politica militar, para apelar aos reis e força activa de jovens para uma resistência e libertação de suas terras.

Assista o Vídeo!

    





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